“...O amor não é baseado na disposição de ouvir, de compreender os problemas dos outros ou de tolerar sua alteridade. O amor é baseado na mutualidade da confissão de nosso “eu” inteiro para o outro. Isso nos torna livres para declarar não só: 'Minha força é sua força', mas também: 'Sua dor é minha dor, sua fraqueza é minha fraqueza, seu pecado é meu pecado'. É nessa íntima confraternização dos fracos que nasce o amor...”
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